MESTRE DOS MAGOS

A vida sem magias

Retornar ou não as postagens?

As vezes dá uma vontade de voltar a postar!

Ae penso o quanto isso dá trabalho, e pode afetar as pessoas.

O que fazer???

abril 27, 2015 Posted by | Sem-categoria | Deixe um comentário

Todo castigo pra corno, é pouco.

“Vai, enfia no meu c#zinho!”
“Tô tentando.”

“Como assim. tá tentando?”
“É que não tá bem duro.”

“Não tá bem duro? Vinte anos me enchendo o saco, pedindo: ‘Deixa eu botar no seu
c#zinho’ e quando eu deixo você me diz que não tá bem duro?”
“Acho que foi a emoção. Deixa eu tentar de novo.”

“Então, vem, mete tudo!”
“Eu tô quase conseguindo. Abre um pouquinho…”

“Abrir o quê?”
“O c#zinho.”

“Mas você sempre disse que queria botar no c# porque era mais apertado e agora me pede
pra abrir? E como é que eu vou abrir o meu c#?”
“Relaxando, porr@!”

“Eu tô relaxada até demais.. Você é que tá nervoso com a sua meia bomba.”
“O que é isso? Onde você aprendeu a falar assim?”
“Falar o quê? Meia bomba? Todo mundo fala meia bomba!”
“Não a minha esposa. Isso é coisa de mulher que tem amante.”

“Pois fique sabendo que eu já falava meia bomba muito antes de ter um amante.”
“O quê!? Você tem um amante?”
“É isso aí. Tá mais do que na hora de botar as cartas na mesa. Nosso casamento já era.”

“Você enlouqueceu? Que papo é esse de uma hora pra outra?”
“De uma hora pra outra, nada! A gente sabe que o nosso casamento é um defunto que
esqueceu de cair. Nossa filha já tem dezoito anos e eu vou embora com ela.”

“Não vai embora porr@ nenhuma. Primeiro vai me explicar: que história
é essa de amante? Há quanto tempo você tem um amante?”
“Dois meses.”
“É o primeiro?”
“É.”

“Você deu o c# pra ele?”
“Dei.”

“Ah! Então é por isso que depois de vinte anos você resolveu liberar pra mim?”

“É! É isso! Agora com licença que eu vou me mandar.”

“Espera! Isso não pode acabar assim.”
“Pode e vai. O nosso casamento já era.”
“Não. Eu tô falando do seu c#.”
“O que tem o meu c#?”
“Eu quero comer. Depois de vinte anos eu tenho direito.”

“De que jeito você vai comer o meu c#? Você tá broxa.”

“Broxa, não, hein!? Sou corno, mas não sou broxa!”
“Você? Corno? Corno que corneia não é corno.”
“Quem disse que eu te corneio?”
“Cinismo numa hora dessas? Já não bastam os vinte anos de hipocrisia que passamos nesse
quarto?”
“Tudo bem. Eu admito. Eu arrumei uma amante nos últimos meses.”

“Nos últimos meses o cacete! Você tem um caso com essa mulher há anos. Eu sei, nossa
filha sabe, o namorado da nossa filha sabe, todo mundo sabe.”

“Ah! E eu sou sempre o último a saber o que vocês sabem!”
“Essa é boa! Você é a vítima agora. Pelo menos ela te dava o c#?”
“Não.”
“Puta, mas tu é azarado, hein?”

“Ah, é? Então fica de quatro que eu vou te mostrar o azarado.”
“Pronto! Tô de quatro. Vem logo.”
“Com terrorismo não vai dar. Você bem que podia gemer um pouquinho.”

“Ai, meu Deus! Tá bom, então. F#de o meu c#zinho. Vem, enfia essa pic@ grossa no meu
rabo. Eu quero sentir esse c@ralhão me arregaçando. Vem!”
“Você fala essas coisas pro seu amante?”

“Escuta aqui! Come logo essa porr@ desse c# que eu preciso ir embora.”
“Ah, é assim? Tá de encontro marcado com o amante?”

Vai querer ou não?”
“Tá bom. Tá bom. É que tá seco. Você bem que podia dar uma chupadinha…”
“Eu é que não vou chupar essa lombriga mole. Dá uma cuspida e vai logo.”

“Olha, vamos combinar uma coisa. Você vai preparando as suas malas enquanto eu relaxo um
pouquinho. Depois você volta aqui e a gente liquida a fatura.”
“Minhas malas já estão prontas.”
“Porr@! Me apunhalando pelas costas!”

“Pobre vítima indefesa! Agora com licença que eu tenho que ir embora.”
“Espera. A gente precisa discutir melhor a nossa relação.”
“Não me faça rir.”

“A gente tem muitas responsabilidades em comum.”
“Por exemplo?”
“Por exemplo a educação da nossa filha.”
“Você nunca se preocupou com isso.”

“Nunca é tarde pra começar. Ela já tá uma moça e tem um comportamento
que me deixa cheio de dúvidas.”
“Que dúvidas?”
“Será que a nossa filha dá o c# pro namorado?”
“Ah! Vá se f#der! Tchau…”

março 19, 2010 Posted by | Sem-categoria | , , , , | Deixe um comentário

Video Chat no Mestre dos Magos!

Agora tem video chat no Mestre dos Magos. Conversar com pessoas, e ainda ter a chance de poder ver com quem esta está falando.. humm. Solte sua imaginação!! O link esta ao lado.

ATUALIZADO: O video chat não está mais disponivel.

novembro 4, 2008 Posted by | Sem-categoria | , , , , , , , , | 2 Comentários

A Cunhadinha

 Nunca foi de conversar muito com a cunhada. Nova demais, paty demais e funkeira demais (dá pra ser paty e funkeira, por incrível que pareça), a menina nunca lhe inspirou curiosidade.

Chegou um dia à casa da ficante e ela não estava. A cunhada o recebeu.

Só de calcinha.

– Oi. Ciça não tá.

Olhou pra ela, olhou pra calcinha, olhou pra ela de novo.

– Beleza. Volto mais tarde.
– Não quer esperar ela aqui não?

Se ela chega e o encontra com a irmã de calcinha, dá merda.

Adooooooooooooooooooooora quando dá merda!

– Espero, claro.

Desinibida, a cunhadinha sentou com ele na sala e acendeu um cigarro. Jurando que era adulta. Ainda de calcinha.

Tragou uma e tossiu.

– Você e Ciça estão saindo há quanto tempo?
– 4 meses.

Tragou de novo. Tossiu de novo. Disfarçou e apagou o cigarro.

– Mas estão namorando?
– Não.
– Por quê?
– Ué,… sei lá. Nunca conversamos sobre isso.
– Tendi.

Ninfetinhamente deitou no chão. De barriga pra baixo com as perninhas dobradinhas para o alto. Pés bonitos. Pernas bonitas. E a bunda, que maliciosamente aparecia e sumia por baixo da camisa, também era linda. Bem mais que a da irmã, aliás.

Teve que comentar.

– Bunda bonita. A família está de parabéns nesse quesito.
– Acho a minha feia. Muito grande. A da minha irmã é mais bonita.

“Nem é.”

– Fico impressionado de uma menina da sua idade ter uma bunda dessas. Acho que as meninas de 16 quando eu tinha 16 não eram assim não.
– Todo mundo diz que eu pareço ter mais.

“Parece porra nenhuma. Pára de marra.”

– Parece mesmo. É biquíni que você está usando aí embaixo?
– Não. Calcinha.
– Ah tá.
– Quer ver?
– Melhor não. Sua irmã não ia gostar.
– Não vou contar pra ela.
– Mesmo assim, é melhor não.

A menina foi puxando a blusa pra cima e olhando pra ele com carinha de sapeca. Ele se fez de bobo e olhou pro outro lado.

– Pára aí, cara. Tua irmã vai chegar.
– Ouço o chaveiro dela na portaria. Dá tempo até de tomar banho se precisar.
– Tá pensando em se sujar com o quê?

Morder e assoprar. Truque velho que as ninfetas desconhecem. Já tava toda confiante, se achando “a caçadora”. Tomou uma e ficou sem resposta. Abaixou a cabeça e corou.

– Vai vestir um short, vai. Vai pegar malzão você de calcinha.
– Tô na minha casa. Fico do jeito que eu quiser.

Tem truques que são tão escrotos, que você manda sabendo que não vão dar certo. Quer dizer, não deveriam dar.

– Bom, pelo menos tampa com a blusa então.

Jurando que estava sendo super “do contra”, a menina tirou a blusa e ficou de sutiã. Continuou deitada no chão. Agora, a calcinha aparecia inteira, insuficiente para cobrir a marquinha de biquíni que estava por baixo.

– E agora? Ela vai reclamar se chegar?

Ficou de pau duro na hora, mas precisava fazer o que desdenha.

– Cara, você que sabe. Vou esperar lá no quarto dela.

A ninfeta o segurou.

– Peraí. Fica aqui comigo. A gente nunca conversa.
– Você não precisa ficar pelada pra gente conversar.
– Foi mal. Queria ver o que você ia fazer.
– Já viu.
– Já.
– Você não tem vergonha de ficar de calcinha na frente dos outros não?
– Na sua não
– E por que na minha não?
– Porque já ouvi você e minha irmã. Também já ouvi ela no telefone falando bem de você. Acabo me sentindo sem-vergonha na sua frente.
– Cuidado com isso, hein?

Começou a desconfiar que tinha truque. Que a qualquer momento a namorete ia sair de trás de algum móvel e lhe dar um susto ou então, que estava sendo filmado e a câmera apareceria assim que a titular do posto chegasse da rua.

Mas de qualquer forma, era uma beleza de bundinha.

– Então mostra.
– Mostra o quê?
– A bunda. Vira e empina.
– Mudou de opinião, é?
– Vai mostrar essa porra ou não? Anda logo.

“Some of them want to abuse you, some of them want to be aaaaaabused…”

– Tá.

A ninfeta empinou a bunda. Começou a suar.

– Tô com medo da minha irmã chegar.

Enquanto começou a alisar, resolveu debochar um pouquinho.

– Se ela chegar a gente vai ouvir o chaveiro. Dá até pra gente tomar um banho se você quiser.
– Você é doido!
– Se não quer ver o gênio, não esfregue a lâmpada. Atiçou, agora agüenta.

Segundo o instituto de pesquisas Datafoda, nove entre dez meninas tem tesão no namorado da irmã. Seja pela proximidade, pelo teor proibitivo ou mesmo pelo fato de que as mulheres são inimigas naturais, a maior parte não pensaria duas vezes antes de pegar o cunhado.

Louvável opção.

Começou a passar a mão entre as perninhas da menina, pelo lado da calcinha. As meninas novinhas tem os pelos muito lisos. É quase fazer um carinho em cabeça de bebê, com a diferença que eles não tremem quando a gente passa a mão.

– Por que você tá fazendo isso comigo?
– Eu é que devia te perguntar isso, fia. Você é que me recebeu de calcinha.
– Achei que você fosse amarelar.
– Sou inamarelável, bebê. “Unyellable” em inglês.
– Tô vendo.
– Rebola na minha mão.

De início achou que a menina estava ensopada de tesão, mas percebeu que era suor mesmo. As perninhas tremiam enquanto os dedos dele passavam. De um lado, pelo meio do pano, deixando os dedos separarem os lábios e do outro lado, puxando os pelinhos que saíam pelo lado da calcinha.

Da portaria, ouviram o barulho do chaveiro.

– Minha irmã chegou.

Quando ela tentou sair, agarrou-lhe pelos pentelhos.

– Fica aí onde você está!
– Tá louco?!
– Quero que ela chegue e te encontre assim.
– Pára garoto!
– Você não queria? Agora não quer mais?
– Me solta, tá machucando.
– Não vou soltar. Quero que ela chegue e me pegue com a mão no meio das suas pernas.
– Tu é doido, garoto? Me solta!

Passou a mão para dentro da calcinha e agarrou. A menina parou de reclamar e começou a gemer. Falando baixinho, com a voz sufocada, ela pedia.

– Deixa isso pra outra hora, por favor. Vai dar merda.
– Quando eu começo, eu termino. Quero ver você pelada.
– Ela tá subindo!
– Foda-se ela. O problema é entre eu e você.
– Cara, se você não me largar agora, eu vou gritar!
– Hummmm… vai me deixar com mais tesão ainda. Tenho várias fantasias com estupro.
– Louco!

A menina se soltou e correu pro banheiro.

– Tô batendo com o pau na porta, ó:

Toc! Toc! Toc!

– Sai, seu tarado!

Toc! Toc! Toc!

A chave virou na primeira das trancas da porta. Eram três.

– Sua irmã tá aí, ó. Se me pegar de pau de fora aqui no corredor, não vai entender nada.

Toc! Toc! Toc!

– Pára com isso! Por favor! Ela vai ficar muito puta comigo.

A segunda tranca abriu.

– Tô com o pau tãaaaao durinho…

Toc! Toc! Toc!

– NÃO TÔ OUVINDO!

Resolveu guardar. A porta da sala abriu.

– Oi bonitona. Tava esperando você!
– Ué. Chegou faz tempo?
– Uns 20 minutinhos, meia hora no máximo.
– Cadê minha irmã?
– Só me atendeu e entrou no banheiro. Não sei se já saiu.

Ela bateu na porta.

– Carol? Tá aí?
– Oooooooi.
– Não demora não. Pre-ci-so tomar um banho. Urgentemente.
– Tá.

A voz da coitadinha tava trêmula. A irmã nem deve ter se ligado. Quando entraram os dois no quarto, ele foi tirando a calça.

– Que isso, meu filho?
– Nua! Agora!
– Tá doido? Minha irmã tá aí!
– Tá no banheiro. A gente vai ouvir a porta abrindo. E ela não vai entrar aqui no seu quarto sem bater.
– Mas que fogo é esse de repente?
– Saudade de você, anda. Tira a roupa logo.

Foi falando e enfiando a mão por dentro da calcinha dela. Tinha seus mecanismos de persuasão. Ela foi deixando.

– Tá tarado assim por quê? Tá vindo de onde?
– De lugar nenhum, baby. Tô aqui na sua casa faz meia hora inclusive.

Vontade de rir.

– Hummmmmm… gostei.
– Sobe aqui na mesa então.
– Tá.

Enquanto pegava a namoradinha por trás pelos cabelos, via a sombra da cunhada passando pelo espelho. O quarto das duas tem uma porta em comum, por onde se pode passar de um pro outro ou simplesmente olhar pra ver o que estava acontecendo.

A namorada gozava rápido. Ele, no estado que estava, também não conseguiria segurar muito. Cada um com seu orgasmo, ele caiu na cama, ela foi pro banheiro.

Assim que ouviu o banheiro trancar, foi para a portinha que ligava os dois quartos. Ouviu o clássico barulhinho de buceta molhada. De lá, via pelas janelinhas quadradas a cunhada se masturbar deitada na cama. Abriu sorrateiramente a porta, parou exatamente atrás da cabeça dela, colou a boca em seu ouvido e disse:

– Tava ouvindo, né putinha?

A menina deu um pulo mas, surpreendentemente, não parou o que estava fazendo.

– Aham.
– Gostou?

Respondeu afirmativamente com a cabeça.

– Quer que eu faça igual com você? – perguntou enquanto apertava a sua mão que estava dentro da calcinha. Os olhinhos virando foram resposta suficiente.

Tirou o pau da calça e começou a passar no rosto da cunhada. A mão dentro da calcinha aumentou o ritmo de entrada e saída. Enquanto ele batia com a grossa pica em cada uma das sardinhas da bochecha, ela puxava a calcinha pro lado. Pela primeira vez via a buceta dela. Linda, como era de se esperar. Assim que ela abriu a boca para gemer, enfiou-lhe tudo de uma vez. Ela começou a se masturbar com as duas mãos. Ele entrava e saia de sua boca, lhe dava tapinhas na cara e alisava os peitos que já espetavam a blusa.

– Me mostra.

Ela levantou a blusa e voltou a se masturbar. Os mamilos estavam enormes e convidativos, mas pela posição, não teria como chupar e ser chupado ao mesmo tempo. Beliscava um depois o outro, no mesmo ritmo em que a cabeça rósea era engolida pela caçula. Alisava-lhe as pernas abertas e batia nas coxas brancas. Ela gemia ainda mais e lhe chupava com cada vez mais gosto.

Ouviu o chuveiro desligar.

– Termina sozinha, bonitinha. Tenho que ir ali.

Sem olhar pra trás, guardou o pau nas calças e voltou pro quarto da namorada. Deitadinho na cama, ouvia um ou outro gemido vindo do outro quarto. Bateu na parede, só pra menina se ligar.

A porta do banheiro abriu.

– Demorei.
– Nada. Foi rapidinho.
– E que volume é esse aí embaixo da coberta?
– É que eu tava aqui pensando em você.
– Noooooossa… pensou bastante, hein? Pode dizer fazendo o quê?
– Posso, claro.

Colocou a namorada na mesma posição da irmã na cama. Exatamente do mesmo jeito, começou a esfregar na cara dela.

– Hummmm… animadinho, hein? Gostei.
– Se masturba pra eu ver?
– Aham.

A perfeita reprodução da cena anterior. Em um só dia, da buceta de uma pra boca da outra e agora, na boca da primeira. Será que valia tentar reunir?

Enquanto voava em devaneios, a namorada chupava. Com menos carinho, mas com muito mais talento que a caçula. Com o tesão acumulado que estava, esporrou a namorada do pescoço até os cabelos.

– Porra? Já?
– Ooops!
– Pô, meu cabelo, gato. Vou ter que tomar banho de novo. Melou meu cabelo todo, é uma merda tirar isso.
– Então vai logo, antes que seque. Não quero namorada de dread não.
– HAHAHAHAHAHAHA. Filho da puta!

Mal ouviu o chuveiro ligar, a mais nova batia na porta que ligava os quartos. Quando ele foi até lá, já a encontrou ajoelhada, com a mão inteira entre as pernas.

– Goza na minha cara também.
– Tava olhando, né? Safatcheeeeeeeenha!
– Anda, ela já tá saindo do banho.

A menina falava meio afobada, meio em transe. Achou melhor não contrariar. Enquanto ela sentava na mão, ele se masturbava e batia com o pau nela. Assim que sentiu que ia gozar, enfiou tudo na boca da cunhada, que engasgou. Gozou sem que ela esperasse. Vendo sua cara de dúvida com a boca cheia (por que é que a mulher nunca resolve o que fazer nessa hora sozinha?), deu a dica.

– Deixa escorrer pelo queixo. Você nem está engolindo, nem cuspindo. Fica elegante.

Viu o filetinho branco descendo pelo rosto da ninfeta. Digno de foto.

– Onde eu vou me limpar?
– Aqui na calcinha da sua irmã. Já tá melada mesmo, ela nem vai reparar.
– Tá.

A cena da menina esfregando a cara suja da porra dele na calcinha da própria irmã era surreal até mesmo para esse blog. Típica coisa que faz com que todo mundo pense que o que ele escreve aqui não acontece de verdade.

Assim que ela acabou, lhe deu um beijinho e um tapa na cara.

– Vai pro teu quarto, vai putinha.

Assim que ela ameaçou levantar, ele a agarrou pelos cabelos.

– Não levanta não. Vai de quatro.

Enquanto ela foi devagarzinho até a cama, viu pelo meio das pernas dela que ele não tinha sido o único a gozar. Estava tão distraído que nem percebeu que a namorada já estava na porta do quarto.

Guardou o pau e sorriu.

– Oi. Limpinha?
– Tô sim, ó.
– Muito bem.
– Vamos sair pra comer?
– Pode ser. Bate aí no quarto da minha irmã e avisa que a gente tá indo?
– Claro.

Deu novamente com a pica na portinha.

Toc! Toc! Toc!

– Estamos indo, Carol.

A namorada viu e caiu na gargalhada.

– Você é doido, garoto. Já pensou se a menina abre?

“Claro que pensei. Você é que não”.

Vontade de falar.

Já estavam na porta quando ela se lembrou de alguma coisa. Voltou lá pra dentro, abriu a porta do quarto da irmã, pensou em falar alguma coisa mas desistiu.

– O que foi, bonitona?
– Ai que mico, cara.
– Fala, o que aconteceu?
– Deixa pra lá. Tu nem imagina o que a minha irmã tava fazendo quando eu abri a porta.

“Imagino sim. Você é que não imagina o que ela estava fazendo antes”.

De novo, ô vontade de falar…

outubro 8, 2008 Posted by | Sem-categoria | , , , , , , | 2 Comentários

O chá de lingerie

 O amigo estava muito misterioso com a noitada. Como ele não era disso, resolveu apertar.

– Falaê fio, qual é a dessa noitada aí?
– Parada aí, cara.
– Parada aí é o caralho. O que é, porra?
– Noitadinha.
– Noitadinha teu cu! O que é? Onde é? Com quem é?
– Ah cara…
– Qual foi? Tá me limando.
– Na boa? Tô sim.
– Por quê?
– Por quê eu tô armando a maior operação pra ir nessa parada sozinho. Se eu te levar, tu vai querer botar no blog e eu vou me fuder.
– Ihhhhhhhh… noitada boa então! Fala aí.
– Não.
– Porra! Vai se fuder, cara. Vai ficar de bichice?
– Cara, se você colocar isso lá tu vai me queimar muito sério.
– Não vou colocar.
– Promete?
– Claro!
– Seguinte. Sabe a Andressa e a Andréa?
– As gêmeas? Claro! Neníxiosas.
– Então é aniversário delas hoje.
– Hummmmmmm… é nox! Mas por que você não queria me contar
– Então, agora vem a melhor parte…
– Fala logo, porra! Tá parecendo Lost, meia hora pra sair de trás de uma árvore.
– A festinha vai ser chá de lingerie.
– Como assim?
– Os convidados em vez de presente, levam lingerie.
– …
– Aí no final, elas experimentam os presentes e tal.
-…
– Tá aí, cara?
– …
– Alô?
– Cara…
– Porra, responde!
– Deixa eu ver se eu entendi: vai rolar uma festinha com duas gêmeas fazendo desfile de lingerie. É isso?
– É.
– E tu ia me limar, é isso?
– Você não sabe ficar com a boca fechada. Não posso deixar essa parada vazar. Tô armando uma mega operação pra dar perdido na minha mina. Até meu avô vai entrar na parada. Vai me ligar lá pra casa dela me chamando porque tá passando mal.
– Pô, maneirão, hein? Vai lá então. Curte lá.
– Cara, foi mal, mas essa porra desse teu blog já me fudeu três vezes.
– De burro que você é. Aposto que tua mina te pergunta se era você e você diz que era.
– Não é isso. Tem estorinha que não dá pra dizer que não era.
– Bom, foda-se. Que horas a gente vai.
– A gente? O caralho!
– Cara, eu vou. Vou fazer o bobo e ligar pra elas pra dar os parabéns. Elas vão me chamar e foda-se você.
– Elas estavam cheias de parada pra eu não ir, porque só ia ter mulher.
– Pooooooooorra, melhor ainda!
– Mas cara, sem blog, pelo amor de Deus!
– Claro, cara. Fica tranqüilo.

“Vou pra uma festa de gêmeas de calcinha e não vou colocar aqui? Aham…”

– E aí, Andressa?
– Andréa, nego.
– Porra, até a voz de vocês é igual.
– HAHAHAHAHA. Tudo bem, mocinho?
– Tudo bem, bonitona. Parabéns, hein?
– Obrigada!
– Vai ter festinha?

Vontade de rir.

– Vai sim. Mas não sei se posso te chamar.
– Ué? Por quê?
– Porque você é muito tarado.
– Hummmmm… suruba, é?
– Não pô. Vai rolar um chá aqui em casa.
– Chá de quê? Cogumelo, trombeta, essa paradas? Nem curto.
– Nãaaaao, HAHAHAHAHAHAHA.
– Então é chá de quê?
– De lingerie.
– Oxi. E faz chá? Tem que usar antes, né?
– Não idiota. É uma festa. Em vez de presente, os convidados trazem lingerie.
– Oooooooooooooooooooopaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
– Aí, tá vendo por que eu não ia te chamar?
– Não vai homem nenhum?
– Só Sandrinho e Nico.
– Sandrinho é viado. Nico é um filho da puta, porque não me contou.
– Eu disse a ele pra não contar pra ninguém.
– Viadinho. De fofoquinha com menina. Daqui a pouco tá de esmalte.
– HAHAHAHAHAHA.
– Mas vem cá,… vocês experimentam os presentes?
– Claro, né?
– Hummmmmmmmmm,… e as convidadas? Vão de lingerie também?
– KKKKKKKKKKK. Tá querendo demais, não?
– Ué, se já vão ter gêmeas, as convidadas são o de menos.
– Tarado!
– Então. Posso ir?
– Ah, agora pode, né? Mas vê se traz alguma coisa bonita. Aliás duas, uma pra mim e uma pra minha irmã.
– Pode deixar.

“Rá!”

Chamou o amigo no MSN.

– Se fudeu, otário! As minas me chamaram.
– Puta que pariu, me fudi.
– O caralho!
– Cara, é sério,… sem blog, pelo amor de Deus!
– Deixa de ser bichota, moleque!
– Bichota é o caralho! Você fica com essa merda aí e eu é que me fodo sempre.
– Não vou escrever.
– Então beleza.

Na hora marcada, encontrou o amigo num bar em Copacabana.

– E aí, trouxe o que, fio?
– Calcinha e sutiã.
– Pras duas?
– É.
– Sem criatividade.
– Tu trouxe o quê nessa caixinha aí? Um cachorro?
– Parece, né? HAHAHAHAHAHA
– É sério. Que porra é essa?
– Espartilhos.
– Hummmmmmm… mandou!
– Os dois com o sutiã transparente. Já tô imaginando as duas desfilando de peitinho rosinha pela casa.
– São marrons.
– Ah é?
– É. Já peguei a Andressa.
– Hummmmmm, verdade. Mas sem problema.
– São bonitos. Empinadaços.
– Além deles, tem uma surpresa também.
– Ah, é? O que é?
– Surpresa, imbecil.
– Então foda-se você.
– HAHAHAHAHAHA. Partiu?
– Bora.

O prédio onde elas moravam era um desses em Copacabana com milhões de apartamentos por andar, normalmente povoados de meninas de vida fácil.

– Deve dar umas putas aqui nesse esquema, hein?
– Só deve.
– Será que elas tem amigas putas? Puta bebe um copo de guaraná e já tá mostrando o peito.
– Adooooooooooooooro. Leva um guaraná então.
– HAHAHAHAHAHAHA.

Mal falaram e duas “moças” chegaram ao hall dos elevadores.

– Oi ném. Qual é a desse embrulhinho aí? Tá indo pro chá das gêmeas também?
– Tô sim, ném.

Vontade de rir.

– Demorou, lek! Tava boladona que só ia ter mulher na parada. Maneiro que elas chamaram uns bofes.
– Né não? Mas só eu que sou homem. Ele ali é viado.

O amigo ficou puto.

– Teu cu!

As meninas gostaram.

– Meu nome é Kelly. O dela é Sharon.
– Apropriado.
– Hein?
– Nada não. Prazer Kelly, prazer Sharon.
– Prazer.
– O que vocês trouxeram de bom aí?
– O nosso é surpresa. Acho que elas nem vão querer experimentar na frente de vocês.
– Fiquei com a mesma impressão quando comprei o meu.
– HAHAHAHAHAHAHAHA. Vai por mim, gato. Duvido que você comprou a mesma coisa que eu.
– Então tá.

Chegaram ao 14º andar. Do hall já ouviram o barulho vindo do apartamento.

– Deve estar cheio, hein?
– Ih ném, a mulherada do prédio ficou doida quando soube da festinha.
– Ah é?
– Aham. Vai ter é muita gente aí hoje.
– Adooooooooooooooooooro.

Realmente a aglomeração já começava na porta do apartamentinho. Um calor do caralho, cheiro de suor, perfume barato, maconha e cigarro. Entrou e foi direto pra janela. Uma das gêmeas veio falar com ele.

– Gente, desculpa o aperto. Não sabia que vinha tanta gente.
– Que nada. Bom que vai ter mais presentes pra gente apreciar.
– Safatcheeeeeeenho! Esse é meu?
– Tudo não. Peraê.

Abriu a caixa discretamente e tirou um dos embrulhos.

– Hummm, lingerie mesmo. Quando vi os furinhos, achei que tinha um bicho aí dentro.
– É. Antes de escolher a lingerie eu ia trazer uma cobra pra você se enrolar.
– Ui, só aceito se for um cobrão!
– É enooooorme!

– Uuuuuuui!

O clima prometia. Várias piranhas, várias gostosas e em todas as rodinhas o assunto era sexo ou algo relacionado a ele.

“Adooooooooooooooooooooooooro!”

– Colé, amigo. Já se ligou nos papos?
– Claro. Tava pensando nisso aqui agorinha.
– Já viu aquela ali?
– Gigante, né?
– Puta que pariu. Passo tudo que é meu pro nome dela.
– Será que as convidadas também desfilam de lingerie?
– Deeeeeeeeeuzducéu!
– Podia, né?
– Nem brinca, cara. Nem brinca.

A outra das gêmeas apareceu. Reconhecia as duas por uma pinta no peito. Aliás, boa desculpa.

– Porra, nem cheguei e tu já tava olhando pro meu peito?
– É pra saber se era você ou sua irmã.
– Aqui na bochecha tem pinta também, ó.
– É, mas essa é mais fácil. O olho já vai sozinho.
– HAHAHAHAHAHAHAHA. Tarado! Trouxe alguma coisa pra mim?
– Aham.

Abriu a caixinha de novo e tirou o embrulho.

– Não olha agora não. Deixa pra hora de experimentar.
– Tá bom.

Não sabe porque isso acontece, mas em casa de mulher solteira sempre tem muuuuuuuuuuuita bebida. O amigo, que não agüenta porra nenuhma, já estava falando enrolado.

– Bicho, muito doido, bicho.
– Já, cara?
– Pô, já.
– Vê se não vai pagar mico, pelo amor de Deus.
– Tranqüilo, tranqüilo.

Uma senhora com toda a pinta de cafetina pediu a atenção.

– Gente, gente… todo mundo pra cá. Vamos começar o chá das meninas.

O amigo não se conteve.

– Aêeeeeeeeeeeeeeeeee
– Shhhhhhhh! Porra, moleque!

A cafetina continuou.

– Vamos organizar aqui. Vou pedir ao pessoal que passe todos os embrulhos pra cá pra gente começar. A medida que elas forem abrindo, vão experimentar e mostrar aqui pra gente, tá?

Com todo mundo assentindo com a cabeça, estava tudo pronto pra iniciar a festinha.

– Porra amigo, Madame Zoraide tá foda ali, hein?
– HAHAHAHAHAHAHAHA. Puta pinta de dona de bordel, né?
– Totaaaaaaaaaaal!

As gêmeas vieram. Justiça seja feita, não eram nenhuma Luize Altenhofen de cara, mas eram bem gostosas. E eram gêmeas, né?

– Anda, mãe!
Os dois caíram na gargalhada.
– Pfffffffffffffff! KKKKKKKKKKK

– A primeira é pra Andressaaaaaaaaaa!

A loirinha começou a desembrulhar o pacote olhando curiosa lá pra dentro. Puxou um conjunto de calcinha e sutiã. Com pinta de muito caro, mas grande.

– Porra, calçola da vovó? Cadê as string, porra?
– Cala a boca, moleque!

O amigo já dava pinta de que ia dar trabalho. E olha que não queria que ele fosse.

– Cara, segura aonda aí.
– Tô na moral, cara. Tô na mor… QUE EEEEEEEEEEESSO!

Não deu tempo de terminar a frase e a primeira das irmãs voltou pra sala com o primeiro modelito do desfile. Deliciosa.

– Cara, a festinha promete!
– Puta que pariu! Tô mal da cabeça aqui.
– De cima ou de baixo?
– De cima. A de baixo tá bem.
– HAHAHAHAHA

A outra irmã abriu seu primeiro embrulho. Foi lá pra dentro se trocar. Ele resolveu palpitar.

– Galera. Tem coisa pra caramba e elas tem que entrar, trocar e voltar a cada vez. Não é melhor se elas entrarem juntas, cada uma com o seu modelito?
– Éeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

O amigo, já com a língua completamente enrolada, o cutucou.

– Cara, você é um gênio. Mas eu não sei como você consegue dizer isso com essa cara da pau.
– Anos de treino, fio!
– É, né?

Nessa hora, a amiga da grandona que subiu com eles no elevador veio pra perto.

– E aí, meninos? Adorando, né?
– Muita coisa.
– Dá pra ver na cara de vocês.
– Pô. Eu crente que tava discreto.
– HAHAHAHAHAHA. Tá sim. Só falta babar! HAHAHAHAHAHAHA.

O amigo já foi de mãozinha boba nas coxas da morena. Ela segurou a mão dele e colocou entre as pernas.

– Opa!
– Gostou?
– Aham.
– Pois é. Mas tira. Gosto do mesmo que vocês.
– Sério?
– Aham. Vim pra cá pra babar junto.
– Putz.

O comentário deu o alerta. Começou a reparar nos gestos pouco delicados de grande parte das meninas. O amigo, apesar de bêbado, leu os seus pensamentos.

– Amigo, essa porra é festa de sapatão?
– Me bateu essa mesma dúvida aqui agora, fio.
– Porra, só falta.
– Ué, na pior a gente memoriza e guarda pra punheta em casa. Não vim achando muito provável pegar ninguém de calcinha e sutiã mesmo.
– Se liga, ó. Teu embrulho.

A primeira das loirinhas levou a caixa lá pra dentro. Do quarto se ouviu um “Eeeeeeeeeeeeeeeita!”

Ela voltou na sala.

– Gente. Esse eu vou ficar devendo. Não posso vir pra sala assim.
– UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU.
– É sério.
– UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU.
– É muito indecente!
– Mostra! Mostra! Mostra!
– Ai… Tá.

Enquanto ela foi lá pra dentro, a sapatinha perguntou.

– Esse é o seu, né?
– Aham.
– Então tá. Vamos ver se você tem bom gosto.
– Tomara que tenha.

Quando a primeira das irmãs entrou na sala, algumas ficaram na dúvida se era esse o comentado modelito. Não conseguiam distinguir entre as irmãs.

– Ah, não tem nada de indecente.
– Esse é o meu, o indecente é o da minha irmã.

A outra apareceu. Histeria na sala.

– UHUUUUUUUUUUUU!!!

O amigo, que já estava meio cochilando, acordou.

– Caralho, agrediu!
– Gostou?
– Porra! Dava meu cu pra dormir aqui hoje.
– Cuidado com essa promessa. Tá cheio de mina esquisita aqui hoje.
– Ih é. Melhor não.

A loirinha estava espetacular. Um erro de calculo nas medidas da moça deixou o corpete justo demais em cima. Os peitinhos quase pulavam.

Teve a brilhante idéia.

– Galera, tô achando esse desfile meio devagar. Posso colocar um sonzinho?
– ÊEEEEEEEEEEEEEEE!!!

Foi para o computador e o amigo foi atrás.

– Aposto que vem Britney.
– Claro. Mas antes tem outros, ó.

O computador das meninas estava cheio de Piriguete Music. Nelly Furtado, Pussycat Dolls, Rihana e Fergie.

– “Fergalicious” ou “Naughty Girl” pra começar?
– Pô… Beyonce, né?
– É nox.

“I live to love you babyyyyyyy…”

Mal a música começou e as amigas das gêmeas já abriram uma rodinha.

– Aê… essas minas tudo querem dar.

Apesar do português de difícil compreensão (com desconto, dado o teor elevado de álcool naquela hora), o amigo desenvolveu um curioso dom de adivinhar o que ele estava pensando.

A primeira entrada das irmãs com trilha sonora foi arrasadora (com S, lembrem-se sempre disso).

– Caralho, amigo… vou ali ao banheiro tocar uma punheta e já volto. Meu saco tá doendo.
– Tá foda, né?
– Poooooourra!
– Vai lá.

Com o amigo no banheiro, a morena colou a coxa na dele.

– Passando mal, né magrinho?
– Pô… fiquei sabendo dessa festa na última hora. Só de me explicarem o que era, eu já fiquei de pau duro.
– Deixa eu ver.

A patolada-surpresa o pegou desprevenido.

– Achei que você não gostasse de piroca.
– Não é que eu não goste, mas acho homem trepando muito bruto. Se vocês soubessem ser mais carinhosos, acho que ia ter bem menos lésbicas no mundo.

“Toda lésbica é mal-comida!”

Vontade de falar.

– É mesmo? Pô, eu sou o carinho em pessoa.

Vontade de rir. De novo.

– Jura?
– Aham.
– Até que eu enchi bem a mão. Bem-dotadinho, hein?
– Magrelo, né bebê? Esses caras muito fortes precisam de muito sangue pra irrigar o corpo. Aí não sobra pra encher onde deve.
– É. É uma teoria que parece fazer um certo sentido.

Ao contrário da amiga “ném”, essa até falava direitinho. De quebra ainda podia semear uma foda à três, ou à quatro, caso as gêmeas animassem de testar os presentes.

Interessou.

– Se você continuar esfregando, vai espirrar na sua mão. Já tava com o pau duro aqui faz tempo.
– Ui, promete?
– Vai brincando, vai.

Aos poucos, o desfile foi virando bailinho. As meninas que estavam assistindo, começaram a dançar também. Parte por conta da bebida, parte por querer participar da festa. O amigo voltou do banheiro e tomou um susto quando viu a menina com a mão no pau dele.

– Ué? Você não gostava de buceta?
– Aham. Ele me disse que era transex.
– HAHAHAHAHAHAHA.

Enquanto o bailinho ia animando, ele veio falar com o amigo.

– Cara, as minas estão ficando doidaças.
– Já vi.
– Mas tu já se deu bem aí, né?
– Não sei se aqui. Tô achando que vai virar putaria generalizada.
– Tomara.

Quando a morena começou a dançar na sua frente, teve mais uma idéia brilhante.

– Quero ver a sua.
– A minha o quê?

Sem responder, levantou a sainha. Assanhada, a morena foi dançar com as gêmeas. Rápido, mais duas animaram e ficaram de calcinha também. Aos primeiros acordes de “Toxic”, alguns sutiãs começaram a rodar, entre eles, o de uma das gêmeas.

– Só Britney expulsa as santinhas das pessoas, amigo.
– Obrigado, cara! Vou te confessar que dormi no vaso aquela hora. Quase perdi essa parte da festa.
– Porra, fode-e-dorme eu já conhecia, mas toca-punheta-e-dorme é foda, hein?
– HAHAHAHAHAHAHAHA. Quase, amigo. Quase.
– Vou me infiltrar ali, ó.
– Boa!

A morena, ex-sapata, a essa altura já estava com os peitões de fora. Marquinhas de biquíni mínimas. Quando ele chegou perto, ela já foi tirando sua camisa.

– Ih caralho, chá de cueca agora?
– ÉEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!

Por sorte, já estava mais pra lá do que pra cá. Entrou na onda go-go boy e foi dentro. A morena o abraçou por trás e a loirinha sem sutiã se encaixou rebolando na sua frente. Puro clima “despedida de solteiro no escritório”. Alisou o peito da loirinha (que tinha, sim, o bico rosa. Marrom porra nenhuma) enquanto colocava a mão por dentro do elástico da calcinha e puxava ela bunda adentro.

“rrrrrrrrrrrraaaaccc”

Rasgou. Jura que foi sem querer, mas se soubesse que a loirinha ia continuar dançando sem calcinha, teria feito antes. E de propósito.

O amigo, que já estava em outro trenzinho, passou do lado dele e agradeceu.

– Obrigado, cara!
– Obrigado o caralho. Ia me limar da festinha.
– Pô…
– Pô nada. Foda-se você!

Voltou a dançar com as duas. Quando Kylie Minogue começou a cantar, beijou a gêmea. A morena, por trás dele, apertava a bunda dela e mordia o pescoço dele.

– Quero um beijo a três.
– Fácil!

“Slow down and dance with me,… yeah! Slow!”
As três bocas se juntaram. Aliás, as deles e a de um monte de gente. Não tinha reparado ainda, mas a festa estava uma pegação generalizada. Em um canto da sala, o amigo já estava pelado, ganhando boquete de uma e beijando duas. Ficou com inveja.

– Vamos pra cozinha?
– Não. Faz o que você tiver que fazer aqui.
– Tem certeza?
– Aham.

Enfiou o dedo no cu da loirinha e puxou pra cima pra fazer ela empinar. O grito chamou a atenção da sala inteira.

– UHUUUUUUUUUUUUUUU!!! Dá nelaaaaaaa!

Resolveu colocar a morena na brincadeira.

– Você não queria ter um pau? Pega o meu e coloca na tua amiga.
– Hummmmmmm…

Mal a menina segurou sua pica, ele sentiu que já estava pra gozar (o que seria uma vergonha, dada a quantidade de meninas assistindo a cena). Pensou em coisas broxantes e continuou com as instruções.

– Abre a xoxota dela e vai colocando devagar.

A morena colocou carinhosamente a mão entre as pernas da amiga. Ele corrigiu.

– Isso aqui é puta! Mete a mão nela que nem homem. Assim ó.

Quando segurou a loirinha pelo meio das pernas, ela jogou o pescoço pra trás.

– Ó, tá pedindo pra você puxar o cabelo dela.

A morena colocou a cabecinha do pau dele entre as pernas da amiga. Quando ela começou a empurrar pra dentro, ele parou.

– Pára o pau aí e vem puxando ela pelo cabelo. Deixa que ela vai se encaixar.

A foda já tinha virado a atenção da festa. Ele sempre teve esse fetiche, de trepar com um monte de gente olhando. Uma platéia de bissexuais era melhor ainda. Por mais que elas esfregassem o bombril umas nas outras, uma hora iam querer pica.

Quando o pau entrou na loirinha, as pernas dela arquearam.

– Meus braços são os seus agora. Segura ela pela bunda e bota pra quicar.

Os mamilos da morena espetavam-lhe as costas. Enquanto ela segurava, puxava e empurrava a loirinha pelo quadril, ele colocou as mãos para trás e a enfiou dentro de sua calcinha, previsivelmente ensopada.

A outra das gêmeas, assim como várias das convidadas, se masturbava olhando o trio. Tentou a colocar na brincadeira também.

– Vem.
– Com a minha irmã não.

Razoável. Esse tipo de coisa não acontece. Nem nesse blog.

Outra das amigas se juntou à eles e agora beijava a morena, que já estapeava a loirinha por trás e a puxava contra ele como se o pau fosse realmente dela. Sentiu o gozo da gêmea lhe escorrer até os joelhos.

Ele também iria gozar a qualquer momento.

– Bota ela pra chupar.
– Aham.

A morena puxou a amiga pelos cabelos e a fez ajoelhar. Era nítido que ela realmente já tinha sonhado fazer isso antes. Segurou a cabeça pelos dois lados e puxava, fazendo-a engasgar com o pau na garganta, exatamente como as mulheres dizem pra gente não fazer.

Sentiu que era a hora.

– Esse pau é seu. Toca uma punheta e goza na cara dela.

Nessa hora, a outra das gêmeas (que já estava com a mão toda entre as pernas) se juntou.

– A gozada eu também quero!

Pararam as duas gêmeas ajoelhadas. A morena gemia enquanto ele a masturbava, batendo com o pau na cara das gêmeas e dando, hora para uma, hora para a outra, pra que elas colocassem na boca. A segunda das loirinhas, que de início não queria participar, parecia querer tirar o atraso, arrependida por ter demorado tanto pra mudar de idéia.

O primeiro jato veio certeiro. Bem no olho. Enquanto o pau espirrava, a morena gritava e apertava com força sua mão entre as pernas enquanto gozava junto. A que tomou no olho parecia meio tonta e a outra chupava, batia com o pau no rosto e lambia a porra da cara da irmã.

Nessa hora, a quietude da casa deu lugar a uma gritaria que parecia gol em copa do mundo. A morena se ajoelhou e foi dividir com as loirinhas o líquido branco que escorria das duas. O amigo, que já estava chupando uma enquanto a outra o cavalgava, também terminava o serviço e recebia os mesmos aplausos. Pela casa, várias meninas se masturbando e outras se pegando, uma puxando a calcinha da outra, espécie de “Internato Cássia Eller Para Moças”.

Coisa linda de se ver.

Ele e o amigo dormiram lá. Cada um com uma das loirinhas que, apesar das inúmeras tentativas, não quiseram dar juntas nem por decreto.

Pelo menos valeu pelo desfile privê de todas as lingeries de novo.

Já de manhã, os dois se despediram das duas. Enquanto tomavam o 457 rumo ao Méier, veio a melhor revelação da noite.

– Porra, amigo. Essa a gente tinha que ter filmado. Eu ia tocar punheta pro resto da vida vendo isso.
– É né? Então tua punheta tá garantida. Abre aí a caixa que você achou que tinha um cachorro. Vê porque ela tem um furo.
– Caraaaaaaaaaaaaaaaaalhooooooooooooooooo! Te amo, cara. Tu é foda!

agosto 26, 2008 Posted by | Sem-categoria | , , , , , , | 2 Comentários

A QUESTÃO: DAR OU NÃO DAR NO PRIMEIRO ENCONTRO???

duvida

A QUESTÃO: DAR OU NÃO DAR NO PRIMEIRO ENCONTRO???

As Mulheres vivem nesse dilema em seu cotidiano.  Qual seria a melhor opção? Sendo eu a pessoa errada para os momentos certos, digo que sempre haverá essa duvida, e o motivo?? As pessoas pensam de forma diferente. Abaixo vou listar o mesmo acontecimento, visto por dois angulos diferentes. Acho que a maioria vai concordar comigo. Vejamos:

VERSÃO FEMININA:

Você está lá, tranqüilinha no seu carro. O sinal está fechado e você aproveita prá retocar o seu batom Pérola do Oriente.
Você olha no espelhinho e percebe que o cara de trás não desgruda os olhos da sua boquinha. Sim, ele é bonito e tem um baita carrão…
– Deve ser impressão minha, pensam os seus neurônios, com toda a auto-estima que Deus lhe deu, imaginando que:
– Imagina se um cara desses vai olhar pra mim…
O sinal abre, você anda uns 100 metros. Do seu lado direito, pára um vendedor de chicletes, um cara de cadeira de rodas e um Hare Krishna. Do seu lado esquerdo, pára o bonitão, vidradão em você. Discretamente, você olha para as mãos dele no volante… Não, amiga, ele não usa aliança!!!!!! Os carros andam mais 50 metros e param de novo. Ele abaixa o vidro elétrico e diz:
– Me dá seu telefone?
Como você está completamente abobalhada com o que está acontecendo, pega o celular prá jogar dentro do carro dele, mas Shiva te ilumina a tempo e você passa, lentamente, seu cartãozinho pela janela. Três horas mais tarde, ele te liga convidando pra jantar. Você aceita, desliga o telefone e começa a cantar bem alto:
– Tá dominado! Tá tudo dominado!!!
Na hora do almoço, você corre pro Shopping, gasta os tubos numa saia nova, afinal, investimento é tudo nessa vida. Ele vem te buscar em casa, chique e perfumadão, e te leva num restaurante francês pra comer “Foie gras”, com direito a “Moet Chandon”. O champanhe está em promoção e vocês, romanticamente, preenchem cupons que dão direito a uma viagem a Paris.
– Ah, Parrrrrriiii!!!! Ele paga a conta, vocês saem, ele bota um cd da Sade e chega até a porta do seu prédio. Você oconvida para um licorzinho básico, mas jura, jura e jura pra si própria que não vai dar, mesmo porque você não fez depilação e, a última coisa que você quer na vida, é que ele te confunda com a “Monga, a Mulher- Macaca”.
Vocês sobem, rola aquele malho previsível e irresistível… Ele tenta avançar o sinal, você breca. Ele tenta de novo, você breca de novo. E assim caminha a humanidade…
Algumas horas, depois que você ganhou partida, ele se despede com um beijo e um abraço carinhoso e com aquela sinfonia pros nossos ouvidinhos:
– Eu te ligo amanhã…
No dia seguinte, você vai de novo ao Shopping, gasta outros tubos num vestidinho e na lingerie La Perla, dispensa todos os convites das suas amigas pra badalar e, e, e… Espera sentada pelo telefonema dele… que nunca vem. Sua vizinha chama, sua mãe chama, sua avó chama, o Ibope chama, até a Avó chama… só ele que não te chama… E você vai dormir com aquela sensação horrível de que, nem um passeio pelo Taboão da Serra, em pleno apagão, seria pior que isso.
É, amiga, aquele cara gostosão, bem de vida… nunca mais, nunca mais meeeeeeesmo, te ligar…………
Mas, por que os homens dizem que vão ligar e não ligam????? Segundo Jürgen Christien, psicólogo Alemão:
“Na verdade, é um problema de falta de consideração e de respeito. Seria mais respeitoso dizer: – Eu não sei se vou ligar… Acho que, quando um homem não é verdadeiro com uma mulher, provavelmente, ele também não com ele mesmo.”

Moral da estória: No primeiro encontro dê mesmo!!! Se ele não ligar mais, pelo menos você deu uma bem dada e vai se sentir bem por uma semana!!!

VERSÃO MASCULINA:
Você vem dirigindo normalmente o seu carro, e está até com um pouquinho de pressa, afinal chegar em casa depois de um dia cansativo de trabalho é uma das melhores coisas do mundo…
Aproximando-se de um sinal de trânsito, que por acaso acaba de ficar amarelo, um carro à sua frente freia bruscamente, forçando-o a frear mais bruscamente ainda…
Primeiro pensamento…
– Que merda!!! Deve ser alguma “vaca” dirigindo, e que só usa a porra do retrovisor para retocar a maquiagem!!!
Olha para frente e qual não é sua surpresa… Realmente era uma “vaca”, e realmente ela estava retocando a maquiagem, passando batom, sei lá… mas até que a “vaquinha” era bonitinha, comível…
Segundo pensamento:
– É… ela é bonitinha e tudo mais… mas se eu bato com o meu carro naquela carroça…
Terceiro pensamento:
– Vou cantar ela só de sacanagem, vai ver meu carro, vai me dar mole na hora, afinal de contas: “Quem gosta de homem bonito e pau grande é viado, mulher gosta é de dinheiro!!!” O sinal abre, ela fica 5 segundos acelerando a porra do carro, pra sair lentamente até arranhar a marcha na troca…. Haja paciência… Andam uns 100 metros e param em outro sinal, só que desta vez lado a lado.
Discretamente, e com um movimento quase que síncrono você tira a aliança e coloca as mãos no volante…
Ufa!!! Deu tempo… Olha pra ela e ela está olhando…
– Vai ser a maior moleza – você pensa
– Não vou nem gastar saliva, vou logo pedir o telefone, e aposto que ela vai querer jogar o celular aqui dentro do meu carro…
Andam mais alguns metros e param de novo lado a lado… Você abaixa o vidro elétrico e faz sinal com a mão pedindo para ela rodar a maçaneta para abrir o vidro dela também e diz:
– Me dá o seu telefone?
O transito começa a andar e ela tá lá gritando:
– PERAÍ!!!! – enquanto procura alguma coisa…
Pessoas xingam-na de tudo quanto é nome, acabam te xingando também, afinal de contas você também está parado no meio da rua esperando sei lá o quê….
Enfim, ela entrega um cartão meio amassado com o nome, telefone e borda com florzinhas e corações…. Você vai pra casa, entra meio afobado, e a sua mulher pergunta:
– Oi Amor,como foi o seu dia?
Você responde:
– Oi amorzinho, infelizmente meu dia ainda não acabou, só vim em casa trocar de roupa, pois tenho uma auditoria pra fazer em um cliente, e só pode ser a noite, sabe como é, as empresas não podem parar pra eu trabalhar, você entende né???
Sua esposa:
– Mas de novo???? Ah, não vai não?!?!?!
Você:
– Desculpa, mas tenho que ir… Te amo… Tchau!
Pega o celular, o cartão amassado da mulher, e liga:
– Oi, lembra de mim, o cara do AUDI PRETO de hoje no trânsito, quer jantar comigo?
– Claro!!! Ela responde…
Você marca de buscar ela em casa, desliga, e grita, bem alto:
– MAIS UMA!!! MAIS UMA!!!”
No horário combinado, você chega na casa dela, e ela vem com uma saia ridícula, estilo R$ 1,99, se apresentam melhor, entram no carro e vão…
Você pensa:
– Vou levá-la a um restaurante legalzinho, afinal de contas vale tudo pra comer uma mulher. Vão a um restaurante Francês pra comer “Foie gras”, com direito a “Moet Chandon”. O champanhe está em promoção e, vocês preenchem cupons que dão direito a uma viagem pra Paris. Você pensa:
– Se eu ganhar, quem eu levo????
Você paga a conta, entram no carro, você bota um cd da Sade especial pra cantar a mulherada, pára na porta do prédio dela e pensa:
– Ela tem que me chamar pra subir, senão vou ter que arrastá- la pra um motel, e é mais grana que eu gasto com essa mulher. Ela não vale isso tudo não!!
Ela chama:
– Vamos subir, tomar um licorzinho, conversar um pouquinho mais?
E você pensa:
– BOOOAAA… Conversar porra nenhuma!!!
Vocês sobem e já no elevador você ataca….
Destrói a mulher, deixa-a mais molhada do que a Marginal Tietê em noite de enchente… Entram no apartamento dela, e como um touro você já vai querendo rasgar a blusa e a saia dela, até que:
– PÁRA!!! – grita ela…
Você pára, sorri, descansa um pouco, a acaricia, e começa de novo lentamente, até os movimentos das mãos começarem a retomar o ritmo inicial, vai ficando quente de novo até que:
– PÁRA!!! – grita ela novamente em tom meio histérico…
Você pensa:
– Que saco!!!!! – conversam um pouco, bebem o tal licor, E dessa vez ela vem pra cima de você, chegando até a surpreender, tal era a empolgação, fazendo coisas com a boca que nem Deus sabia que dava pra fazer… até que:
– PÁRA, PÁRA, PÁRA!!!
– Puta que o pariu!! Você pensa.Você gentilmente diz que tem que ir embora e fala pra ela:
– Amorzinho, adorei sair com você, você é maravilhosa, linda, e quero muito sair com você de novo, posso te ligar amanhã???
– Claro!!!, responde ela, completamente apaixonada.
Vocês se despedem e você diz:
– Então amanhã te ligo.
Desce no elevador puto da vida, com uma dor no saco de matar (pois é, mulherada, dói, se vocês não sabem…), pensando:
– Quando eu chegar em casa vou ter que comer minha mulher, que merda!
Pega o carro, pára num posto de gasolina pra abastecer, vai na loja de conveniências, compra uma cerveja, e volta pro carro. Coincidentemente, uma amiga da época da faculdade pára com o carro dela do lado do seu, surpresa… ela tá gostosíssima, com uma minisaia show e uma blusa decotada que, para aparecer os peitos, é só ela respirar. Conversa vai conversa vem, e onde acaba a história? Ela te leva no carro dela para um motel, vocês transam loucament durante duas horas consecutivas, sem descanso, nem pra beber água. Acabam, tomam banho, se arrumam e saem… Qual não é a sua surpresa quando ela diz:
– Essa eu faço questão de pagar!
Meio sem jeito você aceita e vão embora pegar o seu carro no posto…
Trocam telefone e até hoje se ligam eventualmente quando querem uma boa transa. E a amizade continua… Adivinha quem foi pra Paris???

novembro 18, 2007 Posted by | Duvidas??? | , , , , , , , , , | 26 Comentários